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Como você se vê, influência seu filho na forma como ele se vê

Posted by on 12:47 pm in #FalaPri, #realmommy, #somosreais | 0 comments

Como você se vê, influência seu filho na forma como ele se vê

Você já parou para pensar que não é só a mídia destruidora quem influência seus filhos?

A forma como você se enxerga e se trata também faz isso.

Não adianta dizer a sua filha por exemplo o quanto ela é linda, e como ela é livre para fazer suas escolhas, enquanto as suas atitudes com você disserem a ela exatamente o contrário.

Hoje mais de 90% das mulheres está insatisfeita com seu corpo e isso não tem afetado apenas pessoas adultas.

O índice de adolescentes que se odeiam, e se acham inferiores por sua aparência só cresce.

E toda essa auto imagem que temos sobre nós tem comprometido a forma como nossos filhos se veem.

As crianças, principalmente as meninas, começam a fazer dieta cada vez mais cedo. As meninas aos 6 anos já começam a dar indícios de não estarem satisfeitas com sua aparência física.

Isso é terrível!

O que devemos fazer para mudar esse quadro? Parar com essa história de nos odiarmos?

E não adianta ser da boca para fora. Você realmente precisa cuidar do que tem por dentro. Dos seus sentimentos, sua confiança.

Descobrir o que quer de verdade, seus reais sonhos, anseios.

Não seja mais uma pessoa a dizer ( mesmo que com suas atitudes), aos seus filhos que eles não são bons o bastante.

Tenha orgulho de você e com isso passará essa firmeza e segurança para eles.

Seja uma mulher confiante, não deixe o medo te impedir de seguir em frente.

Isso hoje em dia pode parecer quase impossível, mas não é.

Precisamos nos libertar de padrões e começar a amar o que somos. De onde viemos. Respeitar nossa história.

Todos temos medos, o segredo está na forma como encararamos esses temores.

Fracassos então, nossa como fracassamos.

Mas vamos permitir que a sensação de não ter conquistado nos impeça de continuar batalhando?

É isso que você quer?

É isso que quer ensinar aos seus filhos?

Tenha a coragem de se olhar no espelho.
Sim se olhar. Lá dentro dos seus olhos.
Somente você. Livre de máscaras ou cobranças.

Olhe nos seus olhos com delicadeza, com aquela serenidade que você consola um amigo que precisa de um colo e diga palavras de conforto e motivação.
Você merece esse elogio, merece esse acalento, merece se amar. Seja seu amigo e não seu inimigo.

Mude a ótica, transforme a sua vida.

Além de transformar a sua história com essa atitude, você realmente irá transformar de forma positiva a vida dos seus filhos.

Eles serão confiantes pois terão pais confiantes.

Nunca se desmereça na frente dos seus filhos. Eles te admiram e te amam.

Se ame também.

Seja aquilo que você deseja que eles sejam. Tenha a atitude que você quer que eles tenham.

Somos espelho e eles repetem o que aprendem.

Tenha orgulho de você, da sua garra, dos seus defeitos, das suas qualidades.

Ser você é a melhor coisa que fará. E será libertador.

 

Luciana Sacramento

As férias

Posted by on 1:50 pm in #FalaPri | 0 comments

As férias

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As férias

Hoje a maioria dos pequenos entra de férias. O que parece só diversão aos olhos de grande parte da população, pode ser enlouquecedor.

Nos primeiros dias, vai tudo bem. Que delícia! Tempo livre, filme, pipoca. Com o passar do tempo, parece que vamos perdendo a criatividade e, o que antes entretinha, agora é muito obvio. Ufa! Não é fácil!

Vamos fazer um pequeno resgate: para que servem as férias afinal? Qual a função desse período de tempo sem exercer obrigações (sejam elas estudar ou mesmo trabalhar)?

As férias são um momento precioso de descanso. Aquele tempo que varia de 1 semana a 1 mês, mais ou menos, que você precisa aproveitar para desligar da rotina e respeitar mais o seu sono. É quando você vai poder “esticar” seu tempo e assistir aquele filme bacana que está passando na TV. E de quebra, pode ser que tenha planejado uma linda viagem. Que delícia! Tem mesmo é que aproveitar!

As férias não deveriam servir para levarmos o carro na revisão, limparmos a casa insanamente, arrumarmos todas as gavetas, ir ao dentista e abrirmos conta no banco.

As férias são para fazer coisas prazerosas: comer um bolo de chocolate com as amigas no horário que você costuma trabalhar; andar de manhã no parque e brincar com as crianças; tomar água de coco as três horas da tarde… É momento de conhecer um lugar novo, ir a uma exposição, ficar de pernas para o ar.

Com os pequenos, a ideia é a mesma. Hoje as crianças têm rotinas puxadas. Elas também precisam de um break. Um momento só delas em que podem aproveitar como crianças.
Uma vez ao dia, podemos programar sair de casa e fazer uma atividade externa. É suficiente. Não precisamos ocupar todo o horário em que a criança estaria na sala de aula com infinitas outras coisas por fazer.

As crianças podem brincar com o que tem: chamar os amiguinhos para se divertirem juntos, trocar experiências, aprender um com o outro.

Levar a criança ao cinema na quarta-feira, por exemplo, é uma ideia maravilhosa! Só não exagere na dose! Não é preciso levar ao parque, cinema, teatro e museu tudo em um mesmo dia! Combinado? É exaustivo para todos!

Pegue leve com você! Pegue leve com as crianças! Não tem nada de errado em fazer um brigadeiro de panela, sentar na poltrona com uma revista de fofoca e ver o tempo passar. Isso não nos faz alguém menos qualificado. Ao contrario, mostra que você tem respeito consigo mesmo, com o corpo e com a mente.

Exercícios de higiene mental são fundamentais se queremos sobreviver nos dias de hoje. Caso contrario, ninguém aguenta! Só mesmo se fossemos super heróis ou heroínas da Marvel. E olhe lá!

O site também entra em férias. Portanto, a coluna #falapri volta em Agosto.
Caso queiram entrar em contato comigo, é só enviar um email para perspectivaop@gmail.com

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Priscila Lambach

Pedagoga | Mestre em Psicologia da Educação

Site www.perspectivaop.com

Saindo da Zona de Conforto

Posted by on 12:57 pm in #FalaPri | 1 comment

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Saindo da Zona de Conforto

Você é daquelas pessoas que faz todos os dias a mesma coisa? A rotina é algo que te deixa confortável? Ou você não vê a hora de extravasar?
Cada pessoa tem um estilo próprio e um jeito de encarar a vida.

Eu, particularmente, sempre gostei de experimentar coisas novas. Sou altamente movida por desafios e apaixonada por processos de descoberta. Porém, isso tudo não é por acaso. Ao longo da minha vida, fui instigada a ser criativa e curiosa. Quer saber como é? Prove. Não deu certo assim? Encontre outra forma de fazer.

Dizem que a mágica acontece quando saímos da Zona de Conforto. Para mim, isso parece ser real.

Adoro viver essa mágica! Por isso, topo ser multi!

Ao ir a um Festival de Música, aprendo. Ao fotografar um aniversário, aprendo. Não aprendo somente sentada em uma cadeira, em um curso.

Aprendo com cada pessoa que cruza meu caminho, todos os dias.

Ok! Assim, parece tudo muito fácil. Porém, sei muito bem que nem sempre é.

Chamo a Zona de Conforto de lugar quentinho. Isso não significa gostoso e aconchegante. A Zona de

Conforto é representada por aquilo que já estamos acostumadas. Não necessariamente são apenas coisas boas. Também nos acomodamos com situações ruins e enganamos a nós mesmas dizendo: “ele é grosso. Mas ele é assim. Não é má pessoa, sabe?”. E dessa forma, a vida vai seguindo.

Mas afinal, quando conseguimos romper com esse quentinho? Penso que primeiro, é necessário colocar as mãos para fora, depois o tronco e, em seguida, as pernas. Muitas vezes, o movimento brusco de se atirar de uma vez, pode ser um pouco demais para quem está experimentando a Zona Mágica.

Inicialmente, trabalharia o EU. Conversaria comigo mesma, dizendo as maravilhas que existem fora dessa bolha. Uma vida igualzinha a essa, não vai existir. Você quer que ela seja sempre igual, com desenvolvimento linear, ou você quer experimentar o extraordinário?

Comece fazendo coisas diferentes em seu dia-a-dia.

Troque o percurso, experimente novas ruas. Mude o cardápio, prove outros sabores. Quando for a padaria de manhã, escolha outros pães, compre outros queijos. Permita-se começar uma aula diferente na academia. Não faz mal se não gostar.

Resgate em você seu desejos e vontades. Anote:Eu sempre quis … (aprender a nadar, por exemplo)
E por que não?! Vá atrás e torne realidade.

Escreva seus objetivos. Trace o caminho que você precisa fazer para chegar lá.

Se der frio na barriga, vá com frio na barriga mesmo! Ouvi várias vezes dizer, até que comecei a viver: precisamos de apenas 3 segundos de coragem (os mais difíceis e mobilizadores, acredite). Se conseguirmos passar por eles, apertadinhos e justos como são, alcançamos o amplo, o espaço cheio de possibilidades.

Assim como no dia em que viemos ao mundo, sair da Zona de Conforto é um (re)nascer. É tornar encontros fascinantes com o mundo, possíveis.

Participe da nossa coluna, faça uma sugestão de pauta, seu tema poderá aparecer aqui. Envie e-mail para falapri@realmommy.com.br.
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Priscila Lambach


Pedagoga | Mestre em Psicologia da Educação


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Dica de Estilo

Posted by on 1:42 pm in #FalaPri | 0 comments

Dica de Estilo

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Dica de Estilo

Essa foi a segunda sugestão mais pedida no instagram!

Alguma vez você já teve vontade de copiar o estilo do outro?
Mas depois pensou que nem tudo o que fica bem no outro, fica bem em você?

Não é raro agirmos assim. Hoje em dia parece que há mais pessoas estilosas por metro quadrado do que antigamente. Estávamos acostumados com uma grande maioria de jeans ou calça social e camisetinha. Um ou outro vestia com um look super ousado, cabelos coloridos e botas altíssimas.

No mundo contemporâneo a foto da realidade é um pouco diferente. Apesar de ainda cruzarmos nas ruas com um montão de gente vestindo praticamente a mesma roupa, peças estilosas estão fazendo a cabeça das pessoas que estão mais disponíveis para adquiri-las e incorporá-las em seu cotidiano.

Estilos tipo Lollapalooza e Coachella têm ocupado uma parte significativa das vitrines. Pessoas usando chapéus, bota de cano curto com saia, estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano.

O que mudou bastante, e considero muito positivo, é que os homens estão mais atuantes no universo da moda. As roupas, com melhor caimento e menos caretas. Os cabelos e barbas, dominando as ruas.

Temos acompanhado um homem mais antenado, e inspirado a experimentar looks diferenciados do padrão estereotipado que os seguiu por tantos anos.

Não sei falar sobre tipos de corpos, o que você deve ou não usar para te favorecer.

O que aprendi com o tempo é que em qualquer lugar não existe certo ou errado. Existe o que combina com você.

Faça chuva ou faça sol, esteja o que esteja na moda, veja se aquilo tem a ver com você. Com quem você é, quem você quer aparentar etc.

Posso não usar um cropped no meu dia-a-dia, por exemplo, mas adoro ter um para quando vou a um show de música.

A gente pode se dar o direito de arriscar, tentar algo novo, seja no estilo, seja na vida. Precisamos apenas tomar cuidado para não gastarmos mais dinheiro do que temos em nome da moda; ou vivermos escravas de um look totalmente desconfortável e nada funcional, por uma aparência.

Para mim, look bom deixa a gente se sentindo bem, bonita.

Dizem que a roupa que a gente veste, reflete o nosso estado de espírito. Para mim, o nosso estado de espírito é capaz de iluminar ou apagar uma roupa.

O que vestimos é uma cobertura de um corpo que fala, que sente, que transpira e que transparece.

Por mais lindo que seja o meu vestido longo de festa, ele só tem o caimento perfeito no meu corpo, quando estou bem comigo mesma. Caso contrário, ele enruga, dobra e insiste em sair do lugar. Quem foi mesmo que falou que o corpo fala? Rsrs.

 
Participe da nossa coluna, faça uma sugestão de pauta, seu tema poderá aparecer aqui. Envie e-mail para falapri@realmommy.com.br.

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Priscila Lambach

Pedagoga | Mestre em Psicologia da Educação

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Festa Junina que não engorda

Posted by on 5:07 pm in #FalaPri | 1 comment

Festa Junina que não engorda

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Festa junina que não engorda

Pedimos sugestões pelo instagram sobre que temas vocês gostariam de ler na coluna #falapri no mês de junho.

O tema mais pedido foi Festa Junina que não engorda. Confesso que fiquei bastante surpresa, afinal, nunca escrevi sobre fitness, e a coluna aborda temas relacionados a educação e relacionamento. Porém, pensei que pudesse ser um bom desafio, pensar esse título em uma nova perspectiva.

Gosto muito de praticar esportes e estar em movimento de forma geral, mas isso nunca me fez uma entendedora desse universo. E assim sigo sendo.

Portanto, vamos bater um papo sobre o que está junto desse tema.
Para começar, adoraria conversar sobre o conceito de ENGORDAR.

A primeira coisa que nos vêm a cabeça é criar gordura, aumentar peso, etc.
“Não posso comer esse chocolate, porque vou engordar.”
“Não quero engordar de jeito nenhum.”
Porém, engordar pode ser: tornar (outras coisas) gordas:
“Quero engordar a minha conta bancária”
“Preciso engordar as minhas metas”
Ou seja, engordar pode ser uma coisa boa!

Vamos pensar sempre em engordar nossos sonhos, desejos, vontades, desafios, objetivos, viagens, experiências, trocas, rede de relacionamento, e assim vai.

Entender que ENGORDAR exige um comportamento. Exige ingerir energia. Para engordar a nossa alegria, a vida nos pede VITALIDADE. Para engordar as nossas habilidades comunicacionais, é preciso engordar a nossa coragem.

Para sermos felizes, precisamos estar sempre aumentando o peso dos nossos sorrisos, nossas amizades, companheirismo, solidariedade.
Por outro lado, precisamos perder alguns pesos. O peso da culpa, da ganância, da individualidade, do ego exacerbado.

Na dieta da vida, precisamos controlar os impulsos que nos tragam prejuízos. Precisamos nos proteger de certas tentações. Podemos nos permitir certos prazeres.

Precisamos saber onde, quando e quanto é necessário. Acertar as medidas é um enorme desafio, mas é assim que conseguimos encontrar o equilíbrio, e a receita fica mais gostosa.

Do mesmo jeito que queremos ser um bom exemplo para os filhos em relação a alimentação saudável, precisamos ser um bom exemplo nas ruas, com os vizinhos, amigos, pessoas que cruzam nosso caminho.

Na Festa Junina, rode para lá e para cá. Divirta-se nas brincadeiras. Entupa-se de paçoca se isso for te trazer alegria, e não culpa a posteriori. Combinado? Não coma a pamonha se achar que é um exagero.
Vá dosando, aqui, acolá, e sempre. Você aprenderá com você o que te faz bem, e o que te faz feliz. Já se fez essa pergunta?

Participe da nossa coluna, faça uma sugestão de pauta, seu tema poderá aparecer aqui. Envie e-mail para falapri@realmommy.com.br.

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Priscila Lambach

Pedagoga | Mestre em Psicologia da Educação

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A maternidade e o medo

Posted by on 4:42 pm in #FalaPri | 0 comments

A maternidade e o medo

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A maternidade e o medo

Ontem perguntei a uma mãe de primeira viagem sobre como ela estava se sentindo com a chegada do bebê. Um dos tópicos que queria conversar sobre, era se ela estava assustada. Me parecia que o medo do novo pairava aquele momento.

Ela me disse que não. Contou sobre o quão desejado era aquele bebê, e o quanto o casal havia lutado por ele.

O medo nem sempre precisa ser encarado como uma coisa ruim. O medo também serve para nos proteger de situações perigosas. Por exemplo: temos medo de sentar em uma grade de uma varanda sem tela, para evitar uma situação aversiva que seria “cair” da sacada.

Por outro lado, o medo pode ser um fator impeditivo. Podemos deixar de andar de bicicleta, pois já presenciamos um acidente há anos atrás, e perdemos a coragem, temos medo de que aconteça de novo. E que aconteça conosco!

É necessário colocar na balança e ver o quanto o medo nos auxilia, e o quanto nos priva de superar obstáculos.

Precisamos usá-lo a nosso favor. Ele pode nos ajudar a nos desenvolvermos, crescermos e sermos cada dia melhores.

De qualquer forma, a chegada de um bebê, muitas vezes vem carregada de inseguranças. O medo do novo é perfeitamente compreensível e natural. Além desse medo, muitos outros estão presentes em diversas histórias de vida. São alguns deles:

• O medo de não dar conta de mais uma atividade;
• O medo de não conseguir amamentar;
• O medo de faltar alguma coisa para o bebê;
• O medo de mudar o relacionamento do casal e, portanto, o casamento;
• O medo da mudança do corpo;
• O medo de sentir dor no parto;
• O medo de derrubar o bebê;
• O medo de não conseguir criar um laço afetivo com esse novo ser;
• O medo de não ter dinheiro para proporcionar tudo o que a criança merece

Apenas para começar!

Você que tem esses temores, não deixe que eles te atinjam e prejudiquem a sua relação com o seu parceiro e com o bebê. Aprenda a lidar com seus medos. Administre-os, dome-os, use-os a seu favor.

Frequente espaços de conversa, cursos, interaja com mães que pensam de forma positiva, troque ideias, exponha suas angústias… Aquelas pessoas que sempre dizem coisas negativas, assustam, depreciam o seu interlocutor, por certo, não são as melhores companhias nesse momento.

Procure se relacionar e interagir com pessoas e profissionais que lhe deem força, ânimo e lhe motivem a compreender que absolutamente tudo vai dar certo.

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Priscila Lambach

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