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Ser pai

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Ser pai

Em 2010 minha esposa ficou grávida. A gravidez foi caminhando normalmente, com alguns percalços, porque a Lu passava muito mal. Acompanhei ultrassom, consultas, a acompanhei em internações em razão de seu mal estar, compramos roupas, berço etc. Até esse momento, essa era toda minha experiência em “ser pai”. 
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Na trigésima sexta semana, fomos em mais um ultrassom de rotina. Durante o exame a médica nos disse: “Mãe, teremos que resolver”. Eu não havia entendido o significado de “resolver” e a médica nos explicou que havia uma ruptura alta na bolsa, sendo que o líquido estava no limite e que seria necessário antecipar o parto.

Lá vamos nós ao médico e de lá fomos direto para maternidade. Lá ficamos mais uma semana, a Lu em repouso absoluto, tentando recuperar o líquido com muito soro. Conseguimos segurar mais seis dias e, exatamente com 36 semanas e 6 dias fomos ao parto.

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E ali, diante dos meus olhos, surgiu o milagre da vida! A Isabella havia chegado na hora certa, na melhor hora possível. Quase não havia mais líquido na bolsa da Lu e o cordão umbilical estava bem enrolado em seu pescoço. Ela nem mesmo chorou de imediato e houve alguns segundos de muita tensão e ali eu descobri, nessa fração de segundos, o que é ser pai.

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E a primeira vez que eu ouvi o choro da Isabella eu sorri! Aquele choro significava que ela estava bem.

Ninguém nasce pronto para ser pai, os cursos ajudam com alguns cuidados, mas não te ajuda naquilo que é mais importante, no “SER”.

Ser pai é um ato contínuo, do contrário, você não “seria”, você “estaria pai”, como algo de momento.

Ser pai é sua obrigação perpétua, de carinho, amor, cuidado e de ensino. É o maior desafio da sua vida, é o que irá te mover a ser alguém melhor. É um sacerdócio.

Ser pai é repreender o seu filho quando necessário, ainda que você não queira fazer isso. Porque no final, você não quer mais o seu bem estar, mas o melhor para os seus filhos e, às vezes, o melhor é a repreensão. Passar a mão na cabeça do seu filho quando ele estiver errado, tornará você cúmplice de atitudes erradas do seu filho no futuro. Portanto, temos que fazer a nossa parte. A educação dos meus filhos não é terceirizada, é obrigação minha.

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Eu tenho orgulho de dizer que troquei muitas fraldas, fiz muitas mamadeiras, acordei várias noites e acalmei meus filhos para que a Lu pudesse ter seu momento de descanso.

Dois anos depois da chegada da Isabella, Deus nos presenteou com o Henrique, meu amigão!

Um dia eu te conto a história dele e, olha, não foi nada fácil.

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Como eu disse, não tem um manual de como ser pai, você apenas é …

“E vós, pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.”
‭‭Efésios‬ ‭6:4

 

 

2 livros que seu filho irá amar

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2 livros que seu filho irá amar

Por aqui entramos em uma nova fase: a alfabetização da Isabella.

Com ela veio a vontade de ler livros, e eu como uma mãe que amou ler na infância, não deixarei ela passar vontade.

Começaremos com leituras simples mas com conteúdo interessante.

Todos os livros que lermos farei postagens aqui no Blog contando nossa opinião e experiência.

Para iniciar falarei de 2 livros encantadores da Autora Debora Hemsi Cuperschmidt (perfil no Instagram).

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Eu conheci a Débora na terceira edição da Feira Mamis.

Logo de cara o título dos livros é interessante e atrativo.

Começamos pelo título “Dias de Mel e Dias de Limão”.

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O livro ensina de uma maneira simples e muito fácil de compreender sobre os dias bons e os dias ruins.

Uma leitura muito fácil e envolvente.

Compreende por completo o universo da criança.

A Bella entendeu tanto que na hora de dormir, depois de lermos o livro, ela foi orar. Durante a oração ela disse – Obrigada Papai do céu pelos dias de Mel, me ajude a ter menos dias de Limão.

Achei tão fofo e puro.

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As ilustrações do livro foram feitas pelo Arthur Fernandes ficaram uma graça, com cores vivas e traçado forte.

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Livro que seu filho precisa ler, ele irá se identificar com todas as situações apresentadas na história.

Vamos agora para o segundo livro chamado “Os 3 Mundos de Pedrinho”.

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Esse fala de conceitos mais complexos. Explica o ontem, o hoje e o amanhã. Esses são os 3 mundos de Pedrinho.

As letras do livro são todas em caixa alta, então para aqueles que iniciaram na leitura não terão dificuldades em lê-lo.

Pedrinho procura um lugar para morar, viaja pelo espaço até encontrar em uma galáxia 3 mundos (o ontem, o hoje e o amanhã).

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Tentou escolher em qual iria ficar, mas a decisão não era fácil. O final do livro mostra que todos os mundos são importantes. Como será que ele resolveu esse problema? Só lendo para descobrir.

O gostoso da leitura é a imaginação aguçada, quase sem limites.

A Débora conseguiu com seu jeito de escrever, levar a criança pela história com facilidade e didática.

Para esse título o ilustrador foi o Marcelo Bellintani.

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Virei fã da autora e amei termos começado nossa trajetória na leitura por esses temas.

Semana que vem tem mais resenha infantil.

Espero que tenham gostado.

 

Tem sugestões? Envie e-mail para contato@realmommy.com.br

Lembrancinha de Páscoa feita em casa

Posted by on 2:55 pm in #dicasRealmommy, #filhosconectam | 0 comments

Lembrancinha de Páscoa feita em casa

A páscoa está chegando.

Eu nunca havia enviado presentes para os professores das crianças, mas esse ano a Bella me pediu e eu disse que sim.

Como tenho dois filhos, seria um gasto enorme comprar presentes a todos os professores, então resolvi que faríamos juntos as lembrancinhas de páscoa.

Para a Bella a escolha foi fazer bolinhos Ana Maria decorados por ela.

Ela escolheu 7 pessoas na escola para receber seus mimos.

Comprei 2 bolinhos para cada um, com recheio e cobertura de chocolate.

Em casa abri as embalagens e coloquei 2 por marmita, derreti um pouco de chocolate branco, e um pouco de chocolate ao leite.

Também tínhamos confetes de chocolate em casa. Coloquei tudo na frente dela e fui deixando a pequena criar seus presentes.

O resultado foi esse:

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Ela usou o chocolate derretido para colar os confetes e os pedaços de chocolate branco.

Enquanto esperávamos o chocolate enfriar e ficar duro novamente, decoramos as tampas das marmitas.

Ajudei a Bella a escrever os nomes, mas somente ela colocou a mão na massa. A única coisa que fiz sozinha foi fechar as embalagens, dar o laço com a fita e colar o adesivo de patinha de coelhinho.

O resultado final foi esse:

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Como a irmã fez, o Henrique quis fazer algo também. Ele pediu para presentear 5 pessoas da escola.

Me inspirei em uma postagem do ano passada da Lívia do @mamaevirtual.

Comprei marmitinhas menores que as da Bella, fiz um bolo de cenoura e assei dentro das forminhas.

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Após assado, fiz uma calda de chocolate e colocamos por cima.

O Henrique usou as mesmas coisas que a Bella na decoração dos bolos.

Enquanto esperávamos esfriar o Henrique também decorou as tampas das marmitas, mas nas dele eu escrevi Feliz Páscoa e o nome dele.

Depois fechei com uma fita e coloquei no laço uma colher descartável vermelha.

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Eles entregaram para seus professores assim que chegaram na escola cheios de satisfação e carinho.

Foi muito bom presenciar esse momento.

Espero que tenham gostado da nossa aventura de páscoa.

 

Adaptação Escolar com Afeto

Posted by on 11:47 am in #filhosconectam, destaque | 0 comments

Adaptação Escolar com Afeto

Ser mãe de uma criança em adaptação na escola não é algo simples.

A Isabella fez 6 anos e foi para o primeiro ano do ensino fundamental.

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Por essa razão ela saiu da escola pequenina e aconchegante que ela estudava, com um total de 35 alunos (somando todas as crianças do período que ela estudava, do berçário ao jardim de infância), e começou a estudar em uma escola grande, onde só na sala dela estudam 24 crianças.
As aulas iniciaram no dia 26 de janeiro, uma quinta feira.
Ela estava empolgada e radiante. Entramos na escola, nos dirigimos até a sala de aula onde ela iria estudar.
A professora dela estava aguardando as crianças na porta da sala com um olhar  sereno e um sorriso acolhedor.
A Bella entrou na sala, olhou, escolheu o lugar onde iria sentar e voltou para me dar tchau.
Foi nessa hora que ela se desesperou. Começou a chorar muito e com grande sofrimento.
Ela dizia que iria ficar com saudades de mim.
Conversei com ela, pedi ajuda a professora e a um amiguinho dela que acabou caindo na mesma sala que ela.
Esse amigo segurou a mão dela e a levou para dentro da sala. A professora a abraçou e ela ficou lá chorando mas entendendo que eu precisava ir.
Comecei a achar que toda essa mudança seria um sofrimento muito grande para ela.
Na sexta feira dia 27 foi a mesma coisa. Muito choro e sofrimento.
No final da aula peguei a Bella na escola e fomos almoçar na casa do amiguinho que me ajudou no primeiro dia.
Enquanto conversava com a mãe desse amiguinho (somos amigas desde pequenas), ela me deu a idéia de enviar no estojo da Bella um lenço com o meu perfume. Não sabia se daria certo mas gostei da sugestão.
No final de semana conversei bastante com ela.
Disse que eu enviaria um lenço com meu perfume, assim todas as vezes que ela sentisse saudade era só cheirar o lencinho.
Ela gostou e disse para eu fazer isso mesmo ahahahaha.

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Voltamos do final de semana e na segunda  30 de janeiro, foi dia de testar a nova estratégia.
Entrei com ela na escola e a deixei com a auxiliar da professora.
Dei abraços e beijos e disse que precisava ir.
Ela ameaçou chorar novamente. Então eu disse: – Filha a mamãe colocou o lencinho no seu estojo como a gente combinou.
Ela pediu pra olhar.
Peguei o estojo, abri e deixei ela cheirar o lenço.
Ela falou: – Mãe guarda, guarda, assim não sai o cheiro.
Hahahahaha.
Falei para ela: – Não esquece que você é forte e corajosa.
Dei mais um beijo e sai sem olhar para trás (com a maior vontade de olhar e agarra-la, confesso hahahahahaha).
Na lancheira mandei um recadinho escrito “Te Amo” para alegrar o coração dela na hora do intervalo.
Voltei para buscá-la na escola e não teve choro.
No carro perguntei sobre o lenço e ela disse: – Mamãe cheirei todas as vezes que senti saudades.
Terça-feira tudo foi melhor ainda.
Chegamos e ao dar tchau ela quis alguns abraços a mais.
Disse que ficaria com saudades e eu só a lembrei o quanto ela é forte e corajosa. Ela segurou a mão da auxiliar e me deu tchau.
E assim eu fui:
O lencinho foi novamente no estojo e na lancheira um novo recadinho surpresa.
Quando a busquei na escola estava ótima, muito animada e disse: – Mamãe hoje eu quase não precisei cheirar o lencinho.
Na quarta ela me deu tchau com um beijo longo e entrou, sem reclamar e sofrer.
O lencinho continua no estojo, até ela dizer que não precisa mais.
Os recadinho continuam indo na lancheira sempre com palavras de carinho e encorajamento.

Em razão desse resultado tão positivo, perguntei a minha amiga Sophie Colombo Souza,que sempre me ajudou na educação da Bella, sobre esse processo do lencinho e pedi dicas a ela, de como tornar a adaptação mais leve.

“O lindo caminho percorrido pela Bella e pela Lú conta de muitas coisas que o “novo” pode gerar… angústia, insegurança, medo, mas também uma ótima oportunidade para crescer!

O Novo pode separar a criança do que é habitual, trazer para ela a sensação de que ela perdeu algo. Mas também, por outro lado, dá a oportunidade para que ela conheça o mundo, se perceba, perceba suas sensações (frio na barriga, aperto no coração….) e também possa falar sobre elas.

Aproveite das situações de conflito como uma oportunidade para crescimento de seu filho e seu também.

A criança dizer o que sente e como sente é uma conquista preciosa, além de uma possibilidade para quem escuta (pais, professores, amigos) poder dar atenção e ajudar ela a entender melhor aquele “novo” que esta acontecendo, tanto no mundo externo (ambiente) como no mundo interno (emoções). No caso de Bella, ela encontrou a palavra “saudade” para representar o que sentia. Incentive seu filho a dizer o que está sentindo e como está sentindo.

Quando nomeamos, tornamos aquilo conhecido, passa-se a saber, e tanto a criança, como os outros podem entender (pois tem nome).

Assim a criança se sente escutada e vai se conhecendo, descobrindo suas emoções, se identificando com outros que também sentem (exemplo do amigo que veio ajudar a Bela) e podendo compartilhar (por pra fora) o que esta acontecendo por dentro (mundo interno).

Ajudar a criança a identificar e nomear essas sensações facilita a jornada do auto conhecimento.

Nessas situações de adaptação é bastante comum que as crianças sintam um friozinho ou uma dor na barriga, um aperto no peito e algumas vezes elas não dizem, mas expressam com o corpo (pondo a mão na barriga, segurando algo forte nas mãos, se auto abraçando), a linguagem corporal também fala muito! Você pode ser uma ponte para ajudá-las a compreender o que seu corpo está expressando.

A Bella expressou bastante angústia (com sua fala, com seu choro), o que alertou a mãe da necessidade de um apoio para construir aquelas aprendizagens. Mas é importante ressaltar que as crianças constroem mecanismos de defesa, proteção e resiliência (capacidade de lidar com conflitos) incríveis! Algumas vezes necessitam de apoio, porém outras, dão conta de lidar com suas angústias sozinhas! Por isso é muito importante que os pais confiem que seus filhos são capazes de lidar com as situações difíceis e digam isso para eles.

Quando a Luciana disse para a Bella “você é forte e corajosa”, ela a empoderou de que ela era capaz de lidar com aquilo… foi apenas o trampolim para a Bella encontrar a força que tinha dentro de si! Como é importante sermos trampolins para nossas crianças, e para isso, precisamos deixá-las e encorajá-las a “pular”. Elas saberão que vocês sempre estarão alí, junto com elas (as vezes não fisicamente, mas dentro delas), e isso as dá coragem e força!

A estratégia do lenço foi uma idéia muito sensível e atenciosa da mãe que ajudou a família! O lencinho funcionou como uma apoio para cuidar de muitos conflitos internos que estavam acontecendo com Bella, que chamamos de Objeto Transicional. Algo do mundo externo (lenço com perfume) para cuidar do mundo interno (insegurança, medo). Naquele momento o lenço foi compreendido por Bella como algo que lhe faltava (a presença da mãe), e o lenço se tornou um representante desta falta, por isso lhe trouxe segurança. Esses objetos fazem funções muito importantes no desenvolvimento emocional das crianças, ajudando a construírem recursos internos para lidar com conflitos e frustrações.

Esses objetos podem ser variados e são elegidos a partir do sentido que representam, ou seja, cada criança tem o seu. Algumas crianças elegem seus próprios objetos transicionais (ex: ursinho que não dorme sem, chupeta que quer levar pra todo lugar, paninho que não larga…). Por isso é muito importante ter cuidado ao lidar com esse objetos, para não tirá-los de seus filhos, mas sim apoia-los para que possam perceber quando não precisam mais deles e se possam deixá-los.

A história de Bella revela a importância dos adultos valorizarem o espaço de relacionamento da criança com a própria infância. Essas vivencias de separação, sensação de perda, inseguranças, fazem parte dessa fase. O lugar do adulto é acompanhar a criança nestas vivências e apoiá-la, sem impedir que ela viva essas situações de conflito. Assim ela poderá crescer e se desenvolver.”

 

 

 

 

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Sophie Colombo Souza
Psicopedagoga clínica, coordenadora do Espaço Terapêutico Brincando.
Contato: 5505-0932 / sovcolombo@gmail.com
Insta.: terapiaparacrianca

O amor que te faz eterno

Posted by on 12:48 pm in #filhosconectam | 0 comments

O amor que te faz eterno

Ultimamente tenho pensado muito sobre como tenho marcado os meus filhos.

Sabe somos um referencial para os nossos filhos, e deixaremos lembranças eternas.

” ETERNIDADE

Quando os meus filhos
Disserem aos meus netos
O quanto eu os amava;
E quando os meus netos
Disserem a meus filhos
Que guardam lembranças minhas
E de mim sentem saudade,
Não terei morrido nunca:
Serei eternidade!

(Ronaldo Cunha Lima) “

Seja o mais eterno que puder na memória dos seus filhos, netos, etc.

Seja um dos significados do que é se sentir amado, acolhido, cuidado, protegido.

Seja um referencial de amor.

Mesmo em dias exaustivos, em rotinas loucas.

Mesmo que falte dinheiro, que falte espaço.

Que não falte a cumplicidade entre vocês. Que não falte o amor.

Aquele amor que lança fora todo medo e é restaurador de feridas.

Aquele amor que dá forças para não desistir e continuar lutando.

Aquele amor que faz com que seu filho tenha certeza que não está sozinho.

Aquele amor que não te faz apenas pai, mãe, avô, avó, tio, tia, mas sim amigo. Alguém em que a criança pode confiar. Uma pessoa que ele tem certeza que nunca o trairá ou fará mal.

Seja eterno em seu coração. Seja amor.

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Ser uma mãe perfeita X Ser uma mãe real

Posted by on 3:15 am in #filhosconectam, #realmommy | 0 comments

Ser uma mãe perfeita X Ser uma mãe real

Ser uma mãe perfeita ou ser uma mãe real?

A mãe perfeita acorda cedo e dorme tarde sem reclamar;

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A mãe perfeita deixa a casa sempre arrumada;

Ela mantém tudo em completa ordem;

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Jamais demonstra fraqueza ou qualquer tipo de cansaço;

A mãe perfeita lava, passa, cozinha, cuida dos filhos, da casa, do marido sem nunca pedir ajuda ou se atrasar em nada;

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Ela é a primeira a chegar aos compromissos e nunca se atrapalha com a rotina das crianças;

A mãe perfeita nunca reclama, nunca erra, nunca esmorece;

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Pare de procurar a mãe perfeita … ela não existe, ela nunca existiu.

Procure pela mãe real.

Ela sim é mulher de verdade.

Ela sim tem força, tem garra, tem determinação.

Porém ela se cansa ( afinal ela é real), ela fraqueja, ela chora, ela fica exausta.

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As vezes o cansaço é tão grande, e sua mente pensa tanto, que ao deitar ela não consegue dormir, sua mente não consegue parar.

Tem dias que ela deixa tudo por fazer somente para ter um tempo de qualidade com seus filhos, brincando, conversando, rindo à toa.

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Muitas vezes ela precisa dizer não aos convites, aos gastos, as suas vontades e sonhos para ser mãe.

E isso dói.

Isso dói muito.

Quantas lágrimas ela derruba em silêncio.

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A mãe real muitas vezes é solitária mesmo estando rodeada de amigos. Pois seus conflitos, obrigações e rotina a deixam assim.

Não julgue uma mãe ou critique. Ofereça ajuda.

Pare de exigir de você ou de qualquer mãe, um padrão correto.

Um formato que diga que para ser boa o suficiente ela precisa se encaixar em um padrão.

A mãe real é perfeita … porque ela falha, ela mostra que é humana.

Ela tem defeitos, mas também tem qualidade.

Ela ama seus filhos a sua maneira. Não compare o amor de uma mãe também.

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Cada pessoa tem a sua forma de amar. A sua linguagem.

E não existe forma correta.

Sei que a maternidade é difícil, cheia de dilemas e fracassos. Mas também cheia de conquistas e aprendizados.

Apenas saiba que amar é bom demais. Que para seu filho não existe nada melhor que seu carinho, seu colo, seu afeto.

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Se entregue a essa relação sabendo que haverão erros e acertos, mas que o amor é um vínculo perfeito e eterno entre você e seu filho.